Você já parou para olhar uma casa antiga e percebeu que, por mais que a pintura esteja impecável

Algo nela parece “cansado”? Não é a cor da parede, é a fundação. Na estética, a gente passa muito tempo tentando retocar a pintura — aquela ruguinha que apareceu ontem ou uma mancha nova — e acaba esquecendo que o que segura tudo no lugar é o que está lá no fundo. Manter a estrutura não é sobre mudar quem você é, mas sobre garantir que o “alicerce” do seu rosto e do seu corpo suporte a passagem do tempo com dignidade. O colapso silencioso do colágeno Pensa comigo: a partir dos 25 ou 30 anos, a nossa produção de colágeno entra em modo de economia de energia. É como se a fábrica decidisse trabalhar apenas em meio período. A pele começa a perder aquela firmeza elástica e a gravidade, que nunca tira férias, começa a ganhar a briga. Quando falamos em manutenção estrutural, o astro principal hoje é, sem dúvida, o Ultraformer. O que eu acho fascinante nessa tecnologia não é só o efeito imediato, mas como ele conversa com a nossa biologia.

Ele atinge o SMAS — o sistema aponeurótico muscular superficial. Nome difícil, né? Mas é a mesma camada que os cirurgiões plásticos puxam em um lifting. O ultrassom microfocado cria pontos de coagulação ali, fazendo com que o tecido se retraia. É como se a gente estivesse dando um “nó” nas cordas frouxas de um violão para que ele volte a ter o som certo. O erro clássico: preencher antes de sustentar Sabe aquele rosto que parece “fofinho” demais ou artificial? Muitas vezes, isso acontece porque tentaram resolver a flacidez apenas com preenchimento. Imagine que você tem uma mesa com a perna bamba e, em vez de apertar o parafuso, você coloca um peso enorme em cima para ver se ela para de balançar.

Não faz sentido, certo? Na clínica, eu vejo muito isso. O paciente chega querendo “dar um up” no sulco nasogeniano (o famoso bigode chinês). Se eu só colocar ácido hialurônico ali, eu estou apenas camuflando o problema. A manutenção real da estrutura exige que a gente trate a bochecha que “derreteu” e caiu sobre o sulco. Bioestimuladores de colágeno, como o Sculptra ou o Radiesse, entram aqui como os verdadeiros engenheiros da obra. Eles não dão volume imediato como um preenchedor, mas eles fazem a pele fabricar o próprio suporte. É um investimento a longo prazo na densidade da derme. Drummond Dermato vitiligo tem cura entender

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